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Rogério Monteiro Notícias

Sergipe registra 17 mortes no fim de semana eleitoral


 O Instituto Médico Legal (IML) divulgou nesta segunda-feira, 3, o relatório de entradas cadavéricas ocorridas neste final de semana em Sergipe. Conforme o relatório do IML, que traz o registro de corpos cujas entradas foram registradas entre 9h do domingo2, e 9h desta segunda-feira, 17 pessoas morreram neste final de semana, das quais três são do sexo feminino e 14 do sexo masculino.

Dentre as causas dos óbitos, cinco foram resultantes de morte violenta por arma de fogo; quatro em decorrência de morte violenta por arma branca; quatro em consequência de acidentes de trânsito; uma foi causada por uma queda da própria altura; uma por enforcamento e duas ainda sem causas determinas.

Segundo nota emitida pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), é normal que o número de ocorrências policiais e de mortes, consequentemente, quadruplique quando no domingo há a ocorrência das eleições, conforme o levantamento do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública.

 “Fizemos um levantamento estatístico e, se compararmos um domingo normal com o referente a um pleito eleitoral, praticamente quadruplica essa quantidade de ligações. Normalmente, recebemos mil ligações em um domingo normal. Em época de eleição, esse número vai para quatro mil”, revelou major Couto, diretor do Ciosp.

Por isso, para o atendimento célere dos chamados, o major Couto destacou que, em dia de eleição, o efetivo do Ciosp já fica de prontidão, preparado para o aumento das ocorrências. “Temos 16 colaboradores por turno no nosso setor de call center, todos treinados e capacitados para realizar esse atendimento. Ao realizar o cadastro, essa ocorrência é encaminhada ao setor de despacho, que fica ao lado do setor do 190, para dar mais celeridade ao atendimento”, revelou.

Ainda conforme o major Couto, os principais crimes eleitorais registrados nos dias de votação foram os de aglomeração, compra de votos e boca de urna. “E estamos atentos à modalidade de tentativa de violação do sigilo do voto, através da proibição do uso de dispositivos eletrônicos, como o celular, no local de votação”, destacou.

Além dos crimes eleitorais, uma prática recorrente é a de perturbação do sossego, que representa metade das ocorrências registradas em todos os finais de semana, havendo ou não eleições. Segundo o major Couto, tal ocorrência sobrecarrega o trabalho da polícia, pois não é um crime prioritário como violência doméstica e homicídios.

Fonte: Fan F1.

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