“O inquérito aponta que processos para postos de combustíveis, terraplanagem foram aprovados em até 24 horas, prazo incompatível com a análise técnica necessária. Também menciona falsidade ideológica documental, usando fotos de documentos de outros processos e agilizar, dar andamento ao processo”, citou Georgeo ao exibir as informações em telão no plenário.
Um dos técnicos envolvidos é comissionado e outro professor da rede estadual cedido para Adema. “O que chama atenção é que essas pessoas continuam fazendo o mesmo trabalho. E quem garante que não estão cometendo os mesmos crimes? No mínimo, depois que a Deotap indiciou, o governo deveria por precaução afastar esses servidores da Adema”, ponderou Passos.
Georgeo não expôs os nomes dos servidores, mas espera que o governo afaste por precaução. “Deixar como se nada tivesse acontecendo é algo complicado. São quatro servidores envolvidos. Não dá para o governo compactuar com pessoas que estão fazendo algo ilícito dentro da Adema. Se essas pessoas não forem afastadas é porque o governo concorda com o que eles fizeram ao longo dos últimos anos. E isso é lamentável”, concluiu.
Foto: Jadilson Simões

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